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A internet é como uma imensa cidade, cheia de maravilhas e perigos. Sem a devida orientação, as crianças podem cair em armadilhas de vários tipos.

Algumas dicas podem ajudar:

 

1.Não subestime os riscos:

A internet reflete o melhor e o pior da humanidade. A mesma energia que você investe para proteger seus filhos dos problemas das relações presenciais deve ser direcionada para o mundo  online. Afinal, lá há conteúdo violento e sexual, pedófilos disfarçados de amigos virtuais, vazamento de conteúdo íntimo, golpistas, jogos que podem levar ao suicídio, páginas que incentivam hábitos alimentares doentios (com o suposto objetivo de ter um corpo mais bonito) e muitos outros perigos. É fundamental manter-se informado e atento.

2. Cada idade, um cuidado:

Crianças de até cinco anos de idade não devem passar mais do que uma hora por dia conectadas, pois não separam a fantasia da realidade. Até a pré-adolescência, a recomendação é que só naveguem com supervisão. Os próprios desenvolvedores das redes sociais indicam seu uso somente após os 13 anos ( o whatsapp é feito para maiores de 16). E seu filho poderá usar a internet sozinho, no mesmo momento em que você julgá-lo apto a tomar decisões autônomas na vida como um todo.

3. Mantenha o tema em pauta:

Os perigos da internet e a melhor forma de se portar no mundo eletrônico devem ser assuntos recorrentes em família. Antigos conselhos se mantém atuais: não conversar com estranhos e não compartilhar informações pessoais, por exemplo. É preciso ficar claro que, uma vez que algo e registrado no celular, tablete ou computador, mesmo que não seja publicado na internet, corre o risco de ser acessado e de se disseminar publicamente. Fotos e vídeos por exemplo, nunca devem mostrar mais do que gostaríamos de deixar exposto a desconhecidos.

4. Vale espionar meu filho?

Vigiar as crianças na internet é fundamental. No caso de adolescentes, a questão fica mais complexa, e essa difícil decisão cabe somente aos pais. Exigir saber senhas e usar programas espiões podem soar como falta de confiança e estimular o jovem a buscar maneiras de driblar o controle. Ao mesmo tempo lembre-se: os pais têm responsabilidade civil e criminal sobre os atos (virtuais ou não) cometidos pelos filhos até seus 16 anos. Seja qual for sua decisão, mantenha-se sempre aberto ao diálogo, criando um ambiente acolhedor.

5. Conte com a tecnologia:

Diversas ferramentas ajudam a filtrar o conteúdo da internet impróprio para crianças. o Google e o Youtube oferecem a opção  “safe search” (pesquisa segura), que impede o acesso a material adulto. Os principais navegadores também apresentam configurações desse tipo. Além disso, há aplicativos que permitem bloquear determinados apps, definir o tempo de uso do celular e restringir as pesquisas – o Kaspersky Safe Kids e o Norton Family Parental Control, por exemplo, têm versões gratuitas para Android e IOS.

 

Fonte:  Instituto Dimi Cuida, Safernet


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